Dicas

Esteja por dentro do assunto!

Dicas Ambientais

Componentes do computador

Dicas Ambientais – Todos os computadores são feitos de elementos básicos, conhecidos de todos, como plásticos e metais, mas também de componentes extremamente danosos à saúde, como chumbo, cádmio, belírio, mercúrio, etc.

Portanto, se a reciclagem reutilizar qualquer um desses itens, já é um ganho enorme para a natureza. Não existe um computador sem produtos nocivos à saúde e o processo de retirada dos produtos da natureza já ajuda na preservação do meio ambiente.

A partir do momento em que estes elementos tóxicos são enviados para lixões e contaminam tanto o solo como a água, todos aqueles que se utilizam dessas fontes será contaminado pelos detritos.

O mercúrio, muito utilizado em computadores, monitores e TVs de tela plana, pode causar danos cerebrais e ao fígado. Já o chumbo, o componente mais usado em computadores, além de televisores e celulares pode causar náuseas, perda de coordenação e memória. Em casos mais graves, pode levar ao coma e, consequentemente, à morte.

Rapidez na troca de equipamentos

Dicas Ambientais – A vida moderna está cada vez mais veloz, e as novidades que antes demoravam anos para chegar ao Brasil, atualmente podem ser conhecidas em tempo real.

Os produtos estão ficando obsoletos cada vez mais rapidamente. O usuário de eletrônicos nos Estados Unidos, por exemplo, troca seus equipamentos em média a cada 12 meses. Isso quer dizer que, em média, o usuário não mantém seus eletrônicos por mais de um ano.

Com esse fenômeno acontecendo, o aumento de lixo eletrônico é constante, o que se faz cada vez mais necessário trabalhar com a reciclagem. Cada computador utiliza diversos materiais que podem ser reutilizados e com isso diminuir o impacto no meio ambiente.

Números que impressionam

Dicas Ambientais – Brasil já produz 1 milhão de toneladas de lixo eletrônico por ano.

Segundo o estudo, ao considerar-se os eletrônicos de grande e pequeno porte, o Brasil já estaria gerando cerca de 1 milhão de toneladas anuais de lixo. A projeção parte de 2013 (918 mil toneladas) e vai até 2020 (1,09 milhão de toneladas), considerando ainda que haveria um pico na geração desses resíduos entre 2016 e 2017 (1,2 milhão de toneladas).

Até aqui, os números mencionados eram bem mais modestos. Um relatório da ONU, de 2009, sugeria que o Brasil descartava 96,8 mil toneladas de eletroeletrônicos. Um ano mais tarde, a UFRJ estimava esse número em 150 mil toneladas. Resta claro, porém, que se tratavam de projeções onde só era levado em conta o lixo gerado pelo descarte de computadores.

Fonte – UOL

ONU lança primeiro mapa global de lixo eletrônico

Dicas Ambientais – Se a geração de e-lixo não for controlada, em 2017 o volume de resíduos eletrônicos no planeta aumentará 33% e dará para encher 200 edifícios como o Empire State, nos EUA. O alerta foi divulgado no lançamento do primeiro mapa global de lixo eletrônico, produzido pelas Nações Unidas.

Cidadãos, empresas e governos estão mais conscientes a respeito da importância de dar destino correto aos resíduos eletrônicos, mas mesmo assim a produção desse tipo de lixo não pára de crescer. Foi o que revelou o E-waste World Map, primeiro mapa global de e-lixo, lançado pela iniciativa Step – uma aliança entre a ONU e empresas, governos e ONGs de todo o mundo.

A ferramenta mapeou a quantidade de resíduos eletrônicos produzida em cada país e concluiu que a geração de e-lixo quase alcançou a marca de 49 milhões de toneladas em 2012, o que representa 7 kg por habitante. Se continuar nesse ritmo, o planeta terá que suportar 65,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico em 2017, que dariam para encher 200 edifícios como o Empire State, nos EUA.

Aliás, é a nação do Tio Sam que, por enquanto, mais tem culpa no cartório. Segundo o E-waste World Map, os EUA foram os que mais geraram resíduos eletrônicos no ano passado: foram 9,4 milhões de toneladas, o que representa 29,8 kg por habitante – seis vezes mais do que a China, que aparece na segunda posição do ranking.

Já na América Latina, o Brasil aparece em posição de destaque. Nosso país produziu 1,4 milhão de toneladas de e-lixo – o equivalente a média global de 7 kg por habitante – e só perdeu para o México, que gerou 9 kg por pessoa.

A intenção é que, com os dados fornecidos pelo E-waste World Map, governos, empresas e cidadãos entendam melhor o problema do lixo eletrônico e desenvolvam políticas mais efetivas para combatê-lo. “Mesmo existindo muita informação sobre os impactos negativos ao meio ambiente e à saúde dos primitivos métodos de reciclagem de lixo eletrônico, a falta de dados globais dificulta entender a magnitude real do problema”, afirma Ruediger Kuehr, secretário-executivo da iniciativa Step e membro da Universidade das Nações Unidas, em comunicado oficial.

Fonte – Revista Abril